Formação personalizada vs. coletiva: porquê escolher?

Descubra porque deve passar da formação coletiva à personalizada para formar os seus colaboradores em software de forma eficaz!

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Com a expansão do digital, surgem novas necessidades para as empresas, nomeadamente em matéria de formação. Face a desafios como a obsolescência das competências, o envolvimento dos colaboradores ou ainda a otimização do tempo de formação, as organizações devem agora adaptar-se a cada colaborador para favorecer o desempenho das equipas.

Enquanto a formação coletiva tem sido amplamente utilizada para formar em software, a formação personalizada surge como mais eficaz face aos desafios da transformação digital. A Lemon Learning explica-lhe por que tem tudo a ganhar ao passar para a formação personalizada para formar os seus colaboradores nas suas ferramentas.

Formação de colaboradores: por que as formações coletivas já não respondem às necessidades dos seus colaboradores para os formar em software

Antes de expor as vantagens da formação personalizada, importa primeiro compreender por que a formação coletiva é utilizada nas empresas. Pois há que reconhecer que ela tem os seus pontos fortes!

Seminários, dias e semanas de formação... Se as formações coletivas são tão frequentemente utilizadas, é porque oferecem vantagens consideráveis às empresas, a começar pelo seu aspeto prático. Graças à fórmula "um formador para vários formandos", permitem desenvolver as competências de numerosos colaboradores ao mesmo tempo. Paralelamente, as empresas rentabilizam os seus custos a longo prazo graças à economia de escala. Mas se este formato ainda é pertinente hoje em dia, é sobretudo porque convém aos colaboradores, nomeadamente pela sua dimensão humana. Afinal, o que há de melhor do que aprender ao mesmo tempo que os colegas e ter alguém a formar-nos em direto? Então, se a formação coletiva funciona tão bem, por que é menos eficaz para formar em software? 

A razão resume-se a uma palavra: digitalização. Se as formações coletivas funcionaram tão bem numa determinada altura para os softwares, é porque os desafios eram diferentes: menos ferramentas, menos atualizações, menos competências a desenvolver num tempo recorde. Hoje, estas formações já não são viáveis para as empresas, pois são sinónimo de perda de tempo, de dinheiro e sobretudo de obsolescência das competências. Então como proceder? E sobretudo, porque é que a formação personalizada é a solução mais adequada nos dias de hoje? 

1. Melhorar a experiência do colaborador graças à formação personalizada

A evolução do mercado de trabalho deu origem a novos conceitos, como a experiência do colaborador. O princípio? Os colaboradores estão para os recursos humanos assim como os clientes estão para os comerciais. É, por isso, necessário velar pelas suas necessidades e pelo seu bem-estar, de forma a satisfazê-los e a fidelizá-los. Mas qual o impacto na formação? 

62% dos profissionais de RH consideram que a experiência do colaborador é estratégica, pois compromete o desempenho a longo prazo da organização

Barómetro da experiência dos colaboradores 2019, Parlons RH e GlobePayroll

Hoje, as formações coletivas já não respondem às necessidades dos colaboradores para se apropriarem dos softwares. A razão é simples: face à tecnologia, não estão todos em igualdade de condições. É, portanto, necessário acompanhá-los pessoalmente, de forma a ajudá-los a dominar as suas aplicações independentemente dos seus conhecimentos tecnológicos. O resultado? Menos frustração e mais desempenho: os seus colaboradores ficam satisfeitos e tiram partido das suas ferramentas com facilidade! 

2. Envolver os seus colaboradores e dizer adeus à obsolescência das competências

Não imaginaria treinar Usain Bolt e uma criança da mesma forma, pois não? Pois bem, é a mesma coisa para as suas formações em softwares. Não pode dar o mesmo programa a dois colaboradores que não têm nem os mesmos conhecimentos nem as mesmas problemáticas. A chave de uma formação bem-sucedida é a personalização. Mas como proceder? 

54% das pessoas querem ver conteúdo personalizado de acordo com os seus interesses.

Adobe

Uma das primeiras preocupações dos seus colaboradores é a sua profissão.  É, portanto, por aí que deve começar para personalizar as suas formações. Devido à digitalização, as profissões evoluem a uma velocidade vertiginosa, à semelhança das competências que se multiplicam e se tornam mais complexas. As suas formações devem, por isso, ter um duplo objetivo: formar e antecipar para fazer face à obsolescência das competências

Graças aos avanços tecnológicos, as empresas têm agora acesso a ferramentas que as acompanham na criação de formações. Entre elas, as plataformas de adoção digital (DAP), que permitem criar percursos de formação personalizados e atualizá-los num tempo recorde. Do Chefe de Projeto ao Comercial, passando pelo seu novo estagiário, pode agora orientar os seus colaboradores pessoalmente, diretamente a partir do seu posto de trabalho.  

Lemon Learning: a formação personalizada ao alcance de todos

Com o Lemon Learning, pode personalizar as suas formações de acordo com diferentes critérios, tais como o papel, o departamento ou até o país dos seus utilizadores. Não é necessária nenhuma competência técnica específica, a solução foi concebida para que possa criar os seus conteúdos e atualizá-los em apenas alguns cliques! 

 

 

3. Formar os seus colaboradores nos softwares em situação real

Um dos limites das formações coletivas é que não acontecem quando os colaboradores delas necessitam. Revelam-se, por isso, ineficazes, pois no momento de confrontar a ferramenta, os seus colaboradores têm de consultar os seus apontamentos ou procurar numa documentação a resposta às suas dúvidas.

45% dos trabalhadores consideram que a consolidação da formação em situação real de trabalho favorece o envolvimento

Barómetro CEGOS 2019

Para que uma formação seja eficaz, tem de ser prática. Tome o exemplo da carta de condução. Para aprender o código da estrada, pode ler um manual, frequentar aulas presenciais ou realizar testes de escolha múltipla online. Entre estas opções, a fórmula mais eficaz será o teste online, pois utiliza a pedagogia pelo erro. Quando se faz algo e se erra, retém-se mais facilmente, tal como acontece ao praticar em situação real. O mesmo se aplica aos seus colaboradores: só aprenderão fazendo, o que se designa por Learning By Doing

Learning by Doing: é praticando que se aprende!

Na Lemon Learning, somos adeptos do Learning By Doing.  Aliás, a nossa solução assenta neste método! A partir de todas as suas ferramentas, a Lemon Learning integra-se e acompanha os seus colaboradores em situação real. Seja para criar uma reunião no Teams, para enviar um documento no Gmail, ou para fazer um pedido de férias no Dolibarr, o seu colaborador é guiado passo a passo no seu processo.

 

A formação personalizada é hoje indispensável para formar os seus colaboradores nos diferentes softwares. Graças a novas ferramentas como as plataformas de adoção digital, podem agora beneficiar de um acompanhamento à medida. Seja para dominar um SIRH, um ERP ou ainda uma ferramenta interna, os seus colaboradores aprendem de forma totalmente autónoma e ficam operacionais rapidamente. 

FONTES

  • "Why Your Employee Training Is A Waste Of Time And Money — And What To Do About It", Forbes, 2015
  • Transformations, Compétences et Learning – Barómetro internacional Cegos 2019
  • "Les 5 enjeux formation des entreprises en 2019", Pitchy, 2019

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